SUNAT precisa que las remuneraciones de un gerente general no domiciliado que trabaja desde el exterior califican como renta de fuente peruana

17 de julio de 2026

Base legal: Informe N.° 000040-2026-SUNAT/7T0000; artículos 6, inciso f) del artículo 9 e inciso b) del artículo 10 del Texto Único Ordenado de la Ley del Impuesto a la Renta, aprobado por el Decreto Supremo N.° 179-2004-EF; inciso b) del artículo 5 de su Reglamento; y artículo 152 de la Ley N.° 26887, Ley General de Sociedades.

Vigencia:  Criterio interpretativo emitido por SUNAT el 9 de junio de 2026.

Resumen: SUNAT analizó el caso de una sociedad anónima domiciliada en el Perú que continúa pagando remuneraciones a su gerente general, pese a que este perdió su condición de domiciliado y pasó a ejercer sus funciones de manera remota desde el extranjero.

Como regla general, las rentas obtenidas por una persona no domiciliada por trabajos realizados físicamente fuera del territorio nacional no califican como rentas de fuente peruana. Sin embargo, la Ley del Impuesto a la Renta establece una excepción para las remuneraciones pagadas por empresas domiciliadas a sus directores o integrantes de sus órganos administrativos que actúen en el exterior.

Al respecto, SUNAT precisa que el gerente general forma parte de los órganos de administración de la sociedad, conforme con el artículo 152 de la Ley General de Sociedades. Por ello, las remuneraciones que reciba de la empresa peruana por el ejercicio de sus funciones desde el exterior califican como rentas de fuente peruana, aun cuando las labores sean realizadas íntegramente de manera remota.

En consecuencia, durante el periodo en que el gerente general tenga la condición de no domiciliado, las remuneraciones pagadas por la sociedad peruana continuarán sujetas al Impuesto a la Renta en el Perú por aplicación del inciso b) del artículo 10 de la Ley del Impuesto a la Renta. El criterio se sustenta en la condición del gerente como integrante de un órgano administrativo y no únicamente en el lugar físico desde el cual desarrolla sus actividades.

Fuente:

Sunat


A SUNAT esclarece que as remunerações de um gerente geral não residente que trabalha no exterior são consideradas renda de fonte peruana

Base jurídica: Relatório nº 000040-2026-SUNAT/7T0000; artigo 6º, alínea f) do artigo 9º e alínea b) do artigo 10º do Texto Único Ordenado da Lei do Imposto de Renda, aprovado pelo Decreto Supremo nº 179-2004-EF; alínea b) do artigo 5º de seu Regulamento; e artigo 152 da Lei nº 26887, Lei Geral das Sociedades.

Vigência: Parecer interpretativo emitido pela SUNAT em 9 de junho de 2026.

Resumo: A SUNAT analisou o caso de uma sociedade anônima domiciliada no Peru que continua pagando remunerações ao seu gerente geral, apesar de este ter perdido sua condição de domiciliado e passado a exercer suas funções remotamente do exterior.

Como regra geral, os rendimentos auferidos por uma pessoa não domiciliada por trabalhos realizados fisicamente fora do território nacional não se qualificam como rendimentos de fonte peruana. No entanto, a Lei do Imposto de Renda estabelece uma exceção para as remunerações pagas por empresas domiciliadas a seus diretores ou membros de seus órgãos administrativos que atuem no exterior.

A esse respeito, a SUNAT esclarece que o gerente geral faz parte dos órgãos de administração da sociedade, de acordo com o artigo 152 da Lei Geral das Sociedades. Por isso, as remunerações que ele receber da empresa peruana pelo exercício de suas funções no exterior são consideradas rendimentos de fonte peruana, mesmo que as atividades sejam realizadas integralmente de forma remota.

Consequentemente, durante o período em que o gerente geral tiver a condição de não domiciliado, as remunerações pagas pela empresa peruana continuarão sujeitas ao Imposto de Renda no Peru, por aplicação da alínea b) do artigo 10 da Lei do Imposto de Renda. O critério baseia-se na condição do gerente como membro de um órgão administrativo e não apenas no local físico a partir do qual ele exerce suas atividades.

Fonte:

Sunat

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