El principio de causalidad no puede aplicarse para reparar adquisiciones que constituyen costo
Base legal: Resolución del Tribunal Fiscal N.° 06868-11-2026, de fecha 10 de julio de 2026.
Fecha de publicación: 20 de agosto de 2026
Resumen:
El Tribunal Fiscal dejó sin efecto el reparo al crédito fiscal del IGV correspondiente a la adquisición de bolsas de cemento realizada entre agosto y octubre de 2018, el cual había sido sustentado por la SUNAT en el supuesto incumplimiento del principio de causalidad.
La Administración consideró que el contribuyente no había acreditado suficientemente el destino, utilización y vinculación de los materiales adquiridos con la generación de renta. Sin embargo, el Tribunal advirtió que la actividad principal de la empresa era la construcción y que las bolsas de cemento estaban directamente relacionadas con la ejecución de una obra.
En ese sentido, concluyó que los bienes observados no calificaban como gasto, sino como costo de construcción. Por consiguiente, la SUNAT no podía sustentar el reparo aplicando el principio de causalidad previsto para la deducción de gastos.
El análisis de estas adquisiciones debía efectuarse conforme al artículo 20 de la Ley del Impuesto a la Renta, que regula el costo computable, y no bajo las disposiciones aplicables a los gastos deducibles.
En consecuencia, dado que la SUNAT formuló el reparo utilizando un marco normativo que no correspondía a la naturaleza de las adquisiciones, el Tribunal ordenó levantarlo y dejar sin efecto la resolución de determinación en dicho extremo.
O princípio da causalidade não pode ser aplicado para compensar aquisições que constituem custo
Base jurídica: Resolução do Tribunal Fiscal nº 06868-11-2026, de 10 de julho de 2026.
Data de publicação: 20 de agosto de 2026
Resumo:
O Tribunal Fiscal anulou a objeção ao crédito fiscal do IGV referente à aquisição de sacos de cimento realizada entre agosto e outubro de 2018, que havia sido fundamentada pela SUNAT com base na suposta violação do princípio da causalidade.
A Administração considerou que o contribuinte não havia comprovado suficientemente o destino, a utilização e a vinculação dos materiais adquiridos à geração de renda. No entanto, o Tribunal observou que a atividade principal da empresa era a construção e que os sacos de cimento estavam diretamente relacionados à execução de uma obra.
Nesse sentido, concluiu que os bens em questão não se qualificavam como despesa, mas sim como custo de construção. Consequentemente, a SUNAT não podia fundamentar a contestação aplicando o princípio da causalidade previsto para a dedução de despesas.
A análise dessas aquisições deveria ser realizada de acordo com o artigo 20 da Lei do Imposto de Renda, que regula o custo computável, e não sob as disposições aplicáveis às despesas dedutíveis.
Consequentemente, uma vez que a SUNAT formulou a objeção utilizando um marco normativo que não correspondia à natureza das aquisições, o Tribunal determinou que a objeção fosse retirada e que a resolução de determinação fosse anulada nesse ponto.
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