Corte Suprema establece que los incentivos por desvinculación laboral califican como rentas de quinta categoría.

17 de julio de 2026

Base legal: Casación N.° 24939-2025 Lima; inciso a) del artículo 34 del Texto Único Ordenado de la Ley del Impuesto a la Renta, aprobado por el Decreto Supremo N.° 179-2004-EF.

Vigencia: Criterio jurisprudencial publicado el 6 de julio de 2026.

Resumen: La Corte Suprema determinó que el incentivo económico otorgado a un trabajador con motivo de su acogimiento a un Programa de Desvinculación Voluntaria constituye renta de quinta categoría y, por tanto, se encuentra sujeto al Impuesto a la Renta.

El criterio se sustenta en que el inciso a) del artículo 34 de la Ley del Impuesto a la Renta contiene una cláusula amplia, que comprende no solo las remuneraciones reconocidas como tales por la legislación laboral, sino todos los ingresos que tengan su origen en la relación de trabajo.

En el caso analizado, el trabajador únicamente podía acceder al incentivo mientras mantenía vigente su vínculo laboral. En consecuencia, aun cuando el pago se hubiera efectuado con ocasión del cese por mutuo acuerdo, su percepción se encontraba directamente vinculada con la condición de trabajador activo.

De esta manera, la Corte Suprema precisa que la calificación tributaria de un ingreso no depende exclusivamente de que este tenga naturaleza remunerativa para efectos laborales. Cuando el pago se origine o derive del vínculo laboral, se encontrará comprendido dentro de las rentas de quinta categoría y corresponderá efectuar la retención del Impuesto a la Renta.

Fuente:

El Peruano


A Suprema Corte estabelece que os incentivos por rescisão de vínculo empregatício são classificados como rendimentos da quinta categoria.

Base jurídica: Recurso de Cassação nº 24939-2025, Lima; alínea a) do artigo 34 do Texto Único Ordenado da Lei do Imposto de Renda, aprovado pelo Decreto Supremo nº 179-2004-EF.

Vigência: Critério jurisprudencial publicado em 6 de julho de 2026.

Resumo: A Suprema Corte determinou que o incentivo econômico concedido a um trabalhador por ter aderido a um Programa de Desligamento Voluntário constitui renda da quinta categoria e, portanto, está sujeito ao Imposto de Renda.

O critério baseia-se no fato de que a alínea a) do artigo 34 da Lei do Imposto de Renda contém uma cláusula ampla, que abrange não apenas as remunerações reconhecidas como tal pela legislação trabalhista, mas todas as receitas que tenham origem na relação de trabalho.

No caso analisado, o trabalhador só podia ter acesso ao incentivo enquanto mantivesse em vigor seu vínculo de trabalho. Consequentemente, mesmo que o pagamento tivesse sido efetuado por ocasião da rescisão por mútuo acordo, seu recebimento estava diretamente vinculado à condição de trabalhador ativo.

Dessa forma, a Suprema Corte esclarece que a qualificação tributária de uma renda não depende exclusivamente de ela ter natureza remuneratória para fins trabalhistas. Quando o pagamento se origina ou decorre da relação de trabalho, ele será incluído nas rendas da quinta categoria e será necessário efetuar a retenção do Imposto de Renda.

Fonte:

El Peruano

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