Análisis de comparabilidad en materia de precios de transferencia

25 de agosto de 2026

Análisis de comparabilidad en materia de precios de transferencia

Base legal: Resolución del Tribunal Fiscal N.° 07396-3-2026, de fecha 22 de julio de 2026

Fecha de publicación: 20 de agosto de 2026

Resumen:

El Tribunal Fiscal dejó sin efecto el ajuste de precios de transferencia efectuado por la SUNAT respecto del costo de adquisición de mercaderías compradas a empresas

vinculadas, así como las resoluciones emitidas por el Impuesto a la Renta del ejercicio 2018 y la Tasa Adicional del 4,1 %.

La controversia se originó porque la SUNAT cuestionó que el contribuyente hubiera seleccionado como partes analizadas a sus empresas vinculadas no domiciliadas para aplicar el método del margen neto transaccional.

El Tribunal concluyó que la Administración no sustentó adecuadamente que dichas empresas no fueran las entidades funcionalmente menos complejas de las operaciones analizadas, especialmente porque se contaba con información financiera segmentada de estas entidades.

Asimismo, precisó que el hecho de que las empresas vinculadas realizaran compras a otras compañías del grupo no impedía, por sí solo, que fueran seleccionadas como partes analizadas conforme al artículo 112 del Reglamento de la Ley del Impuesto a la Renta.

Finalmente, la SUNAT tampoco justificó la necesidad de efectuar un análisis global tomando como parte analizada al contribuyente domiciliado, pese a que este desarrollaba funciones de mayor complejidad y asumía riesgos de mercado y de competencia local. En consecuencia, el Tribunal determinó que el ajuste carecía de sustento suficiente y ordenó levantar el reparo.

Análise de comparabilidade em matéria de Preços de Transferência

Base jurídica: Resolução do Tribunal Fiscal nº 07396-3-2026, de 22 de julho de 2026
Data de publicação: 20 de agosto de 2026

Resumo:

O Tribunal Fiscal anulou o ajuste de preços de transferência realizado pela SUNAT com relação ao custo de aquisição de mercadorias compradas de empresas
vinculadas, bem como as resoluções emitidas relativas ao Imposto de Renda do exercício de 2018 e à Taxa Adicional de 4,1%.
A controvérsia surgiu porque a SUNAT questionou o fato de o contribuinte ter selecionado como partes analisadas suas empresas vinculadas não domiciliadas para aplicar o método da margem líquida transacional.

O Tribunal concluiu que a Administração não fundamentou adequadamente que tais empresas não fossem as entidades funcionalmente menos complexas das operações analisadas, especialmente porque se dispunha de informações financeiras segmentadas dessas entidades.

Além disso, precisou que o fato de as empresas vinculadas realizarem compras de outras empresas do grupo não impedia, por si só, que fossem selecionadas como partes analisadas, de acordo com o artigo 112 do Regulamento da Lei do Imposto de Renda.

Por fim, a SUNAT também não justificou a necessidade de realizar uma análise global tomando como parte analisada o contribuinte domiciliado, apesar de este desempenhar funções de maior complexidade e assumir riscos de mercado e de concorrência local. Consequentemente, o Tribunal determinou que o ajuste carecia de fundamentação suficiente e ordenou que a objeção fosse levantada.

Fuente: Mef

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